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Serviço

Espaço Físico

Ambientes onde as pessoas conseguem se orientar, encontrar o que procuram e circular com autonomia.

O que é

Todo mundo já se perdeu em um hospital, em um aeroporto ou em um prédio grande.

A acessibilidade cognitiva no espaço físico avalia se é fácil entender o ambiente: chegar, entrar, pedir informação, encontrar uma sala, usar o banheiro e sair.

Orientação, navegação e identificação

Para circular com autonomia, a pessoa precisa responder a três perguntas. O ambiente deve ajudar em cada uma delas.

  1. Orientação

    Onde eu estou?

    Mapas e diretórios mostram o lugar como um todo e onde a pessoa está.

  2. Navegação

    Como eu chego lá?

    Setas, sinalização e trilhas por cores mostram o caminho.

  3. Identificação

    Cheguei ao lugar certo?

    Placas de salas, números e pictogramas confirmam o destino.

Exemplos de barreiras

  • Placas com palavras difíceis, ou só com símbolos pouco conhecidos.
  • Corredores e portas iguais, sem nenhuma referência.
  • Informação importante em lugar pouco visível.
  • Balcão de atendimento difícil de identificar.
  • Mapas confusos, ou nenhum mapa.

O que fazemos

  • Visita técnica para observar o funcionamento real do espaço.
  • Avaliação por tarefas do dia a dia: chegar, entrar, pedir informação, encontrar uma sala e sair.
  • Análise da orientação, da navegação e da identificação: mapas, sinalização, placas e pictogramas.
  • Recomendações para facilitar a circulação, a localização e a realização das atividades.

Para quem é

  • Museus, parques e espaços culturais.
  • Hospitais, clínicas e serviços públicos.
  • Estações, terminais e aeroportos.
  • Escolas, universidades, centros de eventos e hotéis.

Na prática

Em um museu, percorremos o caminho desde o ponto de ônibus até a sala da exposição. Anotamos onde a pessoa hesita, se perde ou precisa pedir ajuda.

Exemplo ilustrativo.

Quer aplicar isso na sua organização?

Conte o que vocês precisam e montamos juntos o melhor caminho.

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